Perfis

Fundadores da Azevedo & Travassos®

Conheça os perfis da nossa história

Bernardino Pimentel Mendes


Mato-grossense que veio, aos 12 anos de idade, de Três Lagoas para o internato do Colégio Ateneu de Campinas.

Em 1944 ingressou no curso de Engenharia na Escola Politécnica de São Paulo e fez simultaneamente o C.P.O.R., concluindo o curso de aspirante a oficial ainda em época de guerra, e posteriormente tornou-se oficial.

Ao finalizar o curso de Engenharia Civil, em 1948, Bernardino Pimentel Mendes atuou no Departamento de Estradas e Rodagens até 1953, quando já pós-graduado em Engenharia Sanitária, fundou a Construtora Itaporã.

Entre 1959 e 1964, trabalhando como subempreiteiro da Azevedo & Travassos®, ouviu do Engº Francisco Palma Travassos a manifestação de interesse deste em vender sua companhia a alguém que seguramente continuaria uma história. Em outubro de 1964 deu-se a transferência da Azevedo & Travassos® para a Itaporã e, em 1968, houve a incorporação da Itaporã pela Azevedo & Travassos para então continuar a construção desta história.

Bernardino Pimentel Mendes foi homem atuante nas principais entidades de classe, com destaque para o SINICESP (Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo), dois mandatos no Instituto de Engenharia e APEOP (Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas), deixando sua marca empreendedora em todas elas.

Engenheiro Bernardino Pimentel Mendes, um homem coerente, de visão de futuro e que desde o início de sua carreira trouxe consigo a preocupação com o desenvolvimento sustentável do país; defensor da redução da tributação, de programas como o Pró-Álcool e das iniciativas e parceiras que investissem na evolução profissional dos colaboradores, como SESI e SENAI. Este era o fio condutor de todas as suas ações e discursos, enxergando sempre à frente do seu tempo. Na construção do acervo da companhia, orgulhava-se das obras de menor porte, porém fundamentais para o desenvolvimento das áreas de saúde e educação, como escolas e hospitais.

Durante todo o seu percurso como engenheiro, empresário e líder de entidades de classe, sempre acreditou que o progresso é uma soma de esforços, do mais humilde ao mais bem sucedido profissional.

Construiu sua trajetória acreditando na transparência como elemento fundamental para o resgate da credibilidade e defendendo o interesse coletivo prevalecendo sobre o individual, contribuindo para que o desenvolvimento deixe de ser uma dádiva de poucos.

Nasceu em 04/07/1923 Faleceu em 13/06/2005

Francisco Azevedo


Intensa e ininterrupta foi sua atividade como engenheiro e administrador, ocupando a gerência da companhia durante 33 anos.

Nascido na fazenda Indianópolis, em Campos Gerais, Estado de Minas Gerais. Engenheiro Civil, fez seus estudos na escola Politécnica de São Paulo pela qual se formou em 1919.

Até 1922, ano em que a companhia foi estabelecida, trabalhou para a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, nela dirigindo a substituição de todas as pontes de madeira por outras de estrutura metálica, existente sobre o Rio Pardo, Aquidauana e Miranda, sem que o tráfego fosse interrompido.

Organizou e instalou o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas de São Paulo, do qual foi seu primeiro presidente.

Grande foi a sua atuação em benefício da classe profissional, prestando inestimável colaboração às entidades representativas.

Foi também fundador da Associação de Empreiteiros de Obras Públicas e Indústria de Terraplanagem do Estado de São Paulo.

Faleceu com 64 anos de idade.

Nasceu em 06/01/1892 Faleceu em 1956

Francisco de Palma Travassos


Desde a fundação da companhia encarregou-se do setor técnico tendo participado da maioria das obras realizadas.

Nascido em Santa Rita do Passa Quatro, Estado de São Paulo. Formou-se pela Escola Politécnica de São Paulo na turma de 1920. Foi membro do Instituto dos Arquitetos do Brasil, tendo feito, entre outras especializações, o curso de Planejamento de Hospitais.

Em sua mocidade dedicou-se aos esportes, tendo integrado a equipe de futebol do tradicional Clube Atlético Paulistano. Anos mais tarde fez a doação de uma área e do projeto para o estádio de agremiação do Clube Comercial, de Ribeirão Preto que hoje leva seu nome.

Durante a Revolução de 1932, acompanhado pelo sócio e demais diretores da companhia, alistou-se nas fileiras revolucionárias, entregando aos respectivos mestres todas as obras em execução. Ocupou o posto de major, servindo em Barretos, onde era responsável pelo abastecimento das tropas naquele fronte.

Com seu colega e sócio fez parte da comissão encarregada da constituição da Associação dos Empreiteiros, entidade que veio presidir mais tarde.

Nasceu 24/10/1895 Faleceu 27/12/1977